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Confira 6 dicas para escolher boas ações para ter na carteira!

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Viver de renda passiva é um sonho presente na vida de muitos investidores. Entretanto, quando não há conhecimento acerca do comportamento dos ativos, normalmente, esse propósito se transforma em prejuízo e frustrações. O único diferencial entre investidores bem e malsucedidos é o conhecimento necessário na hora de escolher ações adequadas ao seu perfil e aos objetivos. 

Para alcançar o sucesso financeiro, não há outro caminho além da dedicação a adquirir informações relevantes, desenvolver habilidades de avaliação e aprender em um nível macroeconômico o comportamento dessas variáveis. Se você também deseja encontrar boas alternativas para garantir a sua estabilidade financeira, confira o nosso artigo e descubra como escolher as melhores ações!

1. Conheça o seu perfil de investidor

O primeiro passo para investir de modo profissional na Bolsa é avaliar os principais aspectos de sua personalidade e os interesses que vão nortear os próximos investimentos. Entender se o seu perfil de investidor é mais conservador, moderado ou arrojado vai permitir definir quais ações são ideais e quais você deve manter longe da carteira. 

Conservador

Esse perfil está associado a agentes que são avessos ao risco. Isso quer dizer que ações muito voláteis e que apresentam chances de perda consideráveis causam bastante mal-estar ao investidor. Grande parte da população apresenta um perfil assim, o qual mantém o intuito de não perder nada, mesmo que isso signifique lucros menos expressivos.

As alternativas de ações para esse investidor devem ser focadas em empresas consolidadas no mercado, com alguma vantagem competitiva clara, que tenham um market share grande ou certo poder de monopólio. Isso minimiza os riscos e oferece alternativas de rentabilidade superiores à renda fixa.

Moderado

Para esses indivíduos, há uma preocupação com a segurança do valor investido, mas é preservada certa maleabilidade quanto à assunção de riscos em casos específicos. Frequentemente, esses agentes dividem uma parcela grande da carteira de investimentos em ativos muito seguros e uma menor em opções mais arriscadas e que apresentam um alto potencial de retorno.

As ações indicadas, nesse caso, incluem uma parcela de alternativas conservadoras e outras que têm algum grau de risco. Isso engloba aquelas de empresas que estão nos anos iniciais de vida, mas que apresentam resultados sólidos ao longo da sua existência.

Arrojado

Comumente associado ao perfil de investidores mais jovens, o indivíduo arrojado não tem medo de arriscar os seus recursos em prol de uma rentabilidade mais expressiva — seja para faturar em flutuações de curto prazo, seja para investir em projetos que estão iniciando agora.

As ações mais adequadas, nesse caso, são ligadas a empresas de tecnologia. Normalmente, esse segmento apresenta um maior risco por incluir projetos que ainda estão em desenvolvimento, mas também há grandes chances de lucros extraordinários.

2. Verifique o tamanho da empresa e o mercado 

Se você lê que uma empresa fatura dois milhões, isso é muito ou é pouco? A resposta correta a essa questão é “depende”. É necessário entender em que mercado a companhia está atuando. Se ela trabalha em um nicho que movimenta bilhões, então, o resultado não foi muito bom. Por outro lado, se ela atua em um ramo ainda em desenvolvimento, é possível dizer que o faturamento foi bastante expressivo. 

Uma das vantagens competitivas mais importantes é o percentual de mercado que essa empresa detém. O poder de monopólio e, por consequência, o controle de preços dependem diretamente do domínio que ela exerce sobre a demanda. 

3. Avalie o crescimento dos lucros

Uma empresa só paga dividendos e investe em crescimento quando ela apresenta lucros, por isso, a avaliação desse aspecto é indispensável na hora de definir boas alternativas. Um período mínimo para verificar o desempenho tem relação com os resultados obtidos nos últimos 12 meses, mas pode se estender até cinco anos se você desejar fazer uma verificação mais cautelosa.

Também é necessário cruzar os dados dos lucros da empresa com o crescimento do setor. Isso vai permitir verificar se ela, de fato, teve uma performance excelente ou se foi apenas empurrada pelo crescimento daquele ambiente. Corporações que obtêm lucro, mesmo em momentos de recessão, indicam uma opção segura e confiável de investimento.

4. Contabilize o histórico de dividendos

Um fator de impacto na decisão de quem busca nas ações um meio de obter renda corrente é o valor pago por dividendos. Contudo, é importante avaliar com cautela todos os dados da empresa, além do pagamento de montante aos sócios.

Muitas delas, por curtos períodos, pagam poucos dividendos, pois estão com vários projetos de investimento em andamento. Em casos assim, é esperado um ganho de valorização da ação que compensa os baixos valores pagos. Certamente, comprar ações com esse formato só faz sentido para investidores focados no longo prazo. 

5. Estude a razão preço/lucro

A razão preço/lucro funciona como uma medida de custo-benefício de uma ação. Ela vai fornecer os apontamentos iniciais para que você avalie se a compra de determinado ativo é ou não um bom investimento. Tal indicador serve para filtrar ações potenciais e agilizar esse estudo de mercado, assinalando quais são viáveis e quais devem ser descartadas. 

Esse número é obtido em termos unitários, já que mede a relação entre o preço atual de uma ação e o lucro gerado por uma unidade do ativo. Portanto, essa métrica representa o quanto o mercado está disposto a pagar pelos lucros de uma instituição. Se, por exemplo, uma empresa tem um P/L de dez, o preço corrente da ação representa dez vezes os lucros acumulados no último ano. 

6. Conte com o auxílio de um especialista

O caminho para entender com segurança as flutuações no mercado de ações pode ser considerado longo demais. Um modo de encurtar essa distância e começar a investir logo é contando com o auxílio de especialistas que dedicam todo o seu dia a dia a estudar, testar e verificar quais as melhores estratégias para investir o seu dinheiro.

Escolhas ruins em ações representam duas grandes formas de prejuízo. Em primeiro lugar, o dispêndio direto com a desvalorização de ativos comprados. Em segundo lugar, o custo de oportunidade desse capital, que, se fosse alocado de modo correto, poderia gerar muito valor.

Assim, escolher ações requer muito conhecimento do segmento em que a corporação atua e capacidade de avaliação dos demais aspectos contábeis da empresa para tomar decisões corretas. Por isso, não deixe de consultar especialistas na hora de montar a sua carteira. O mercado se transforma rapidamente e pequenos erros comprometem drasticamente os seus resultados.

Quer saber mais sobre como você pode conquistar a sua liberdade financeira? Então, entre em contato conosco e otimize os seus resultados!

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